Pois é. Após vários anos de crise, em que se cortou
nas iluminações e na festa de aniversário do filho do Patrão Disto Tudo, isto
é, o Senhor dos Exércitos, Altíssimo e Deus Nosso Senhor Jesus Cristo (pai), o
espírito natalício voltou a estar em alta no Jardim do Éden. Na sequência da
limpeza de contas e armários do Banco da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade,
descobriu-se que o Espírito Santo e mestre da banca, recebera por baixo da mesa
nada mais nada menos do que 14 milhões de patacas. Foi um escândalo! Até o Filho
do Altíssimo andava a apertar o cinto, já não se dando a corridas de Fórmula
Nuvem Turbo com os apóstolos ou a shows
de milagres, deixando isso para os franchisings
de igrejas televisivas que cobram quota de membro (vulgo dízimo) mais alcavalas
e podem pagar os adereços. E como o Filho do Altíssimo tem o pavio curto e detesta
trapalhadas nos negócios, tendo até, na sua passagem turística pela terra de
Israel expulso os cambistas do Templo porque estes não estavam a cumprir os câmbios
às taxas da tabela, exigiu a constituição duma comissão de inquérito. Embora
ainda se esteja longe de saber quem andou a pagar o quê e de que modo e para
onde foram as massas colocadas nos cofres-offshore
à entrada do Inferno, pois aí nunca iriam os anjos dar fé da coisa, descobriu-se
pelo menos o generoso pagador dos 14 milhões de patacas, o qual teve de se
apresentar perante a comissão que está já com este caso a ensaiar para o
Tribunal do Fim dos Dias. O generoso pagador, e generoso no real sentido do
termo, declarou que doara ao Espírito Santo os 14 milhões de comissão de
negócio por “espírito de entreajuda e solidariedade”. Ao ter disto
conhecimento, o pessoal que cá em baixo na Terra dá apoio aos sem-abrigo e
outros desgraçados, apresentou uma petição aos portões do Céu pois também
gostaria muito de receber esse tipo de entreajuda e solidariedade, tanto mais que
as ditas 14 milionárias patacas jamais pagaram IVA ou foram arroladas na
declaração de IRS. A petição deu entrada nos serviços administrativos do
Paraíso mas, como é do procedimento em tais casos, foi já devidamente
extraviada.Número total de visualizações de páginas
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
O Natal Também Já Se Festeja no Paraíso
Pois é. Após vários anos de crise, em que se cortou
nas iluminações e na festa de aniversário do filho do Patrão Disto Tudo, isto
é, o Senhor dos Exércitos, Altíssimo e Deus Nosso Senhor Jesus Cristo (pai), o
espírito natalício voltou a estar em alta no Jardim do Éden. Na sequência da
limpeza de contas e armários do Banco da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade,
descobriu-se que o Espírito Santo e mestre da banca, recebera por baixo da mesa
nada mais nada menos do que 14 milhões de patacas. Foi um escândalo! Até o Filho
do Altíssimo andava a apertar o cinto, já não se dando a corridas de Fórmula
Nuvem Turbo com os apóstolos ou a shows
de milagres, deixando isso para os franchisings
de igrejas televisivas que cobram quota de membro (vulgo dízimo) mais alcavalas
e podem pagar os adereços. E como o Filho do Altíssimo tem o pavio curto e detesta
trapalhadas nos negócios, tendo até, na sua passagem turística pela terra de
Israel expulso os cambistas do Templo porque estes não estavam a cumprir os câmbios
às taxas da tabela, exigiu a constituição duma comissão de inquérito. Embora
ainda se esteja longe de saber quem andou a pagar o quê e de que modo e para
onde foram as massas colocadas nos cofres-offshore
à entrada do Inferno, pois aí nunca iriam os anjos dar fé da coisa, descobriu-se
pelo menos o generoso pagador dos 14 milhões de patacas, o qual teve de se
apresentar perante a comissão que está já com este caso a ensaiar para o
Tribunal do Fim dos Dias. O generoso pagador, e generoso no real sentido do
termo, declarou que doara ao Espírito Santo os 14 milhões de comissão de
negócio por “espírito de entreajuda e solidariedade”. Ao ter disto
conhecimento, o pessoal que cá em baixo na Terra dá apoio aos sem-abrigo e
outros desgraçados, apresentou uma petição aos portões do Céu pois também
gostaria muito de receber esse tipo de entreajuda e solidariedade, tanto mais que
as ditas 14 milionárias patacas jamais pagaram IVA ou foram arroladas na
declaração de IRS. A petição deu entrada nos serviços administrativos do
Paraíso mas, como é do procedimento em tais casos, foi já devidamente
extraviada.
Pois é. Após vários anos de crise, em que se cortou
nas iluminações e na festa de aniversário do filho do Patrão Disto Tudo, isto
é, o Senhor dos Exércitos, Altíssimo e Deus Nosso Senhor Jesus Cristo (pai), o
espírito natalício voltou a estar em alta no Jardim do Éden. Na sequência da
limpeza de contas e armários do Banco da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade,
descobriu-se que o Espírito Santo e mestre da banca, recebera por baixo da mesa
nada mais nada menos do que 14 milhões de patacas. Foi um escândalo! Até o Filho
do Altíssimo andava a apertar o cinto, já não se dando a corridas de Fórmula
Nuvem Turbo com os apóstolos ou a shows
de milagres, deixando isso para os franchisings
de igrejas televisivas que cobram quota de membro (vulgo dízimo) mais alcavalas
e podem pagar os adereços. E como o Filho do Altíssimo tem o pavio curto e detesta
trapalhadas nos negócios, tendo até, na sua passagem turística pela terra de
Israel expulso os cambistas do Templo porque estes não estavam a cumprir os câmbios
às taxas da tabela, exigiu a constituição duma comissão de inquérito. Embora
ainda se esteja longe de saber quem andou a pagar o quê e de que modo e para
onde foram as massas colocadas nos cofres-offshore
à entrada do Inferno, pois aí nunca iriam os anjos dar fé da coisa, descobriu-se
pelo menos o generoso pagador dos 14 milhões de patacas, o qual teve de se
apresentar perante a comissão que está já com este caso a ensaiar para o
Tribunal do Fim dos Dias. O generoso pagador, e generoso no real sentido do
termo, declarou que doara ao Espírito Santo os 14 milhões de comissão de
negócio por “espírito de entreajuda e solidariedade”. Ao ter disto
conhecimento, o pessoal que cá em baixo na Terra dá apoio aos sem-abrigo e
outros desgraçados, apresentou uma petição aos portões do Céu pois também
gostaria muito de receber esse tipo de entreajuda e solidariedade, tanto mais que
as ditas 14 milionárias patacas jamais pagaram IVA ou foram arroladas na
declaração de IRS. A petição deu entrada nos serviços administrativos do
Paraíso mas, como é do procedimento em tais casos, foi já devidamente
extraviada.
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