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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Talibãs Ganham o Prémio Madre Teresa de Calcutá

O nosso enviado a Peshawar, à cerimónia de atribuição dos prémios que anualmente distinguem os mais bonzinhos do planeta, acaba de nos SMSar que os Talibãs do Paquistão, em competição feroz pelo Nobel da Paz com o pessoal do ISIS, receberam o prémio de consolação do sorteio – o Prémio Madre Teresa de Calcutá – após a sua mais recente e heróica (pelo menos para a bitola dos covardes) incursão em escolas locais. Numa acçã de comandos digna dum qualquer filme de baixa qualidade e muito marketing, um grupo de tipos entrou por uma escola adentro e em nome da reiligão da paz, lançou fogo a professores, obrigando os alunos a assistir ao auto-de-fé e consequente morte do infiel que ensinava às crinacinhas o demonáico acto de ler e de pensar, e de passsagem matando mais de 130 miúdos, porque o objectivo era, segundo os próprios operativos da missão, “causar aos putos a maior dor possível”. Tudo em nome do Inefável e da paz religiosa e dos ditames pacíficos do Profeta que, se soube desta, deve ter desejado muito que o Inefável lhe desse o comando dos relâmpagos para poder esturricar tão maravilhosos e alienados seguidores. A razão para atribuição do prémio, para além da promoção da religião da paz junto dos infiéis (e que poderá haver de melhor do que a paz, quanto mais não seja a dos cemitérios?), foi a de que livraram o mundo dum monte de pirralhos, que deixaram assim de pesterizar os pais e a vizinhança, e o dinheiro inutilmente usado para cadernos, livros de estudo, lápis e giz, pode agora sr utilizado para muito mais úteis aquisições como AK’s topo de gama, obuses, míssies e seus lançadores, para assim se poder ir fazer a guerra ao Infvile, tudo em nome da Paz. Ao evitar que os pirralhos estudem será muito mais fácil conduzi-los para uma vidade carne para canhão em nome da fé, e alargamento do poder terreno dos líderes que tão meritório martítio promovem. Além disso, ao conseguirem que os pais deixem de enviar os filhos às escolas, a longo prazo estas cairão em desuso e assim será poupado o gasto em adobe, tijolo, tinta e material para os telhados, assim como se deixará de produzir livros e cadernos, para bem das florestas e árvoers em geral. As flroestas e árvores em geral poderão semrep ser abatidas, fragmentadas e chamuscadas nas actividades de guerra santa que os futuros miúdos venham a desempenhar em nome da religião da paz em vez e andarem a perder tempo e a conspurcarem as cabecinhas com estudos. Amuados por terem sido preteridos, os Talibãs Afegãos vieram condenar o massacre na referida escola, mas apenas e só quando se asseguraram que o barómetro da opinião pública internacional estava é modo de repulsa perante o mesmo, tendo declarado que “os nossos corações rebentam de dor e desgosto perante este incidente”, Que como vêm, não é um massacre mas apenas um incidente, como sei lá, o saco das compras do supermercado rebentar e espalhar o leite todo pelo chão.
Também é verdade que não foi esclarecido se a dor e desgosto que os correlegionários afegãos sentiam era por não terem sido mais crianças massacradas e assim enviadas, em estatuto de mártires, para o céu. Na verdade é possível que seja esta última dado que enquanto estiveram no poder estes não só destruíram sítios UNESCO do Património da Humanidade como se entretinham a matar qualquer mulher que lesse ou se desse a ensinar outras a ler – sendo que as que o queriam fazer tinham de arrriscar a vida (e a das alunas) em escolas clandestinas – revelando sem espaçlo para dúvidas o seu “amor” ao ensino e conhecimento, “amor” aliás que teria estarrecido os primeiros seguidores do Profeta. Mas neste mundo ao congtrário e para provarem ao comité dos prémios que eles, os Talibãs Afegãos também faziam tudo pela paz e harmonia, decidiram rebentar bombas na beira da estrada, conseguindo assim oferecer mais 7 mártires ao Paraíso. Em coerência com ete estado de coisas, o Tribunal Criminal Internacional decidiu abandonar o processo-crime sobre os genocídios. Crimes de geurra e crimes contra a humanidade de Darfur (e nem sequer vale a pena iniciar os de Nuba, Nilo Azul, Leste e Sul do Sudão, etc.) porque “ninguém está interessado em saber”. Donde se conclui que a justiça não é uma questão de justiçar as vítimas não importa as dificuldades mas sim… de audiências. Hitler, podes voltar porque, no estado de desfaçatez em que este mundo anda, provavelmente até te davam o Nobel da Paz e te canonizavam. Porque sinceramente, é já só o que falta…

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