Foi já editado na República
Democrática dos Nabos, o sucesso internacional “Como Rebentar com a Economia de
um País em 300 Dias”. Esta obra de grande erudição foi coligida pelo Fundo de
Agiotagem Internacional, a afamada agência de apoio a países em dificuldades
financeiras, e cuja ajuda normalmente se traduz por um enriquecimento de quem
já o é e a morte macaca da economia dos países intervencionados. O facto de ter
sido realizada pelos mais destacados especialistas do Fundo confere-lhe um
cunho de séria e robusta qualidade científica, não sendo necessário, se se
seguirem religiosamente as instruções apresentadas, usar o mais do que obsoleto
método da observação-construção de hipótese-teste de hipótese no mundo
real-abandono da hipótese se os resultados a invalidam, num moroso processo
iterativo até à descoberta das estratégias que verdadeiramente funcionam para
recuperar ou manter uma economia em excelente estado. Com este livro, e uma vez
abraçada a teoria por ele defendida, aplicam-se os programas dele constantes e,
se por alguma imprevisível bizarria da realidade, os resultados derem o oposto
do desejado – como por exemplo levar ao colapso da economia e à emigração em
massa dos cidadãos, por não ser possível viver em tais condições – ah, bem, a
culpa não é da teoria nem dos programas de reestruturação mas dos subversivos
dos mortos, das crianças, dos que foram parar ao desemprego e dos velhos, que
são todos uma cambada de calinas. A culpa, verifica-se, nunca é de quem aplica
os programas, nem sequer destes ignorarem olimpicamente a realidade do país em
sarilhos, mas dos cidadãos sabotadores que ou não trabalham de graça e a seco
ou vão-se embora para outros países. Algumas das mais revolucionárias técnicas
apresentadas no livro são: 1. Reduzir os salários a zero, para incentivar a
reciclagem de beatas, raspas de hambúrgueres, lixo vário nos contentores gerais
e promover o assalto a postos de recolha de lixo para reciclagem assim como a
implementação novas redes de economia informal como as que operam nas áreas do
desaparecimento de carros, tampas de esgoto e sarjetas, fechaduras de portas e
mais tarde as próprias portas, rodas de locomotivas e gruas dos terminais de
contentores (devidamente desmontadas às peças), etc. Este muito flexível
mercado tem condições para aguentar qualquer sobressalto financeiro
internacional; 2. Fechar todas as fábricas, serviços públicos e privados e aguardar
que o pessoal se desenrasque pelos seus próprios meios; 3. Deixar de pagar
reformas, pensões e subsídios de desemprego, de invalidez, etc., para obrigar
todos os calaceiros que vivem à mama destes dinheiros, mesmo os doentes que
estão em coma, a abraçarem o flexível mercado de trabalho delineado em 1; 4. Se
mesmo assim houver alguns espertalhaços (ou patriotas chanfrados) que se
recusem a emigrar e até se consigam ir amanhando, subir em flecha os impostos
sobre o consumo para obrigar as pessoas a perderem os maus hábitos, o que até
contribuirá para a implantação da agora tão falada economia verde (não se sabe
é se o verde resultará da condição moribunda em que tudo estará nessa altura).
Estas e outras revolucionárias medidas são explicadas em detalhado pormenor e
com exemplos práticos, o que tornou já a edição inglesa manual obrigatório e
único nos institutos e faculdades de economia do mundo inteiro. Dado o seu
profundo suporte científico, a sua linguagem acessível e noções inovadoras de
condução da política mas sobretudo o abraçar da nova estratégia conhecida
noutras áreas sociais como “o bode expiatório”, este livro tem sido leitura de
cabeceira de todos os estadistas e ministros, em particular os da União das
Hortaliças, com especial destaque para o chanceler da República Federal das
Batatas. Finalmente disponível em nabês, exortamos todos os nossos leitores a
adquiri-lo e a estudá-lo como os nossos concidadãos batatenses estudam a
Bíblia, para compreenderem para onde vai a nossa economia e o que nos espera,
em vez de andarem pelas ruas em ajuntamentos ruidosos, a exigir que os
ministros vão de férias… permanentes.Número total de visualizações de páginas
sábado, 14 de setembro de 2013
Novo Êxito Editorial: “Como Rebentar com a
Economia de um País em 300 Dias”
Foi já editado na República
Democrática dos Nabos, o sucesso internacional “Como Rebentar com a Economia de
um País em 300 Dias”. Esta obra de grande erudição foi coligida pelo Fundo de
Agiotagem Internacional, a afamada agência de apoio a países em dificuldades
financeiras, e cuja ajuda normalmente se traduz por um enriquecimento de quem
já o é e a morte macaca da economia dos países intervencionados. O facto de ter
sido realizada pelos mais destacados especialistas do Fundo confere-lhe um
cunho de séria e robusta qualidade científica, não sendo necessário, se se
seguirem religiosamente as instruções apresentadas, usar o mais do que obsoleto
método da observação-construção de hipótese-teste de hipótese no mundo
real-abandono da hipótese se os resultados a invalidam, num moroso processo
iterativo até à descoberta das estratégias que verdadeiramente funcionam para
recuperar ou manter uma economia em excelente estado. Com este livro, e uma vez
abraçada a teoria por ele defendida, aplicam-se os programas dele constantes e,
se por alguma imprevisível bizarria da realidade, os resultados derem o oposto
do desejado – como por exemplo levar ao colapso da economia e à emigração em
massa dos cidadãos, por não ser possível viver em tais condições – ah, bem, a
culpa não é da teoria nem dos programas de reestruturação mas dos subversivos
dos mortos, das crianças, dos que foram parar ao desemprego e dos velhos, que
são todos uma cambada de calinas. A culpa, verifica-se, nunca é de quem aplica
os programas, nem sequer destes ignorarem olimpicamente a realidade do país em
sarilhos, mas dos cidadãos sabotadores que ou não trabalham de graça e a seco
ou vão-se embora para outros países. Algumas das mais revolucionárias técnicas
apresentadas no livro são: 1. Reduzir os salários a zero, para incentivar a
reciclagem de beatas, raspas de hambúrgueres, lixo vário nos contentores gerais
e promover o assalto a postos de recolha de lixo para reciclagem assim como a
implementação novas redes de economia informal como as que operam nas áreas do
desaparecimento de carros, tampas de esgoto e sarjetas, fechaduras de portas e
mais tarde as próprias portas, rodas de locomotivas e gruas dos terminais de
contentores (devidamente desmontadas às peças), etc. Este muito flexível
mercado tem condições para aguentar qualquer sobressalto financeiro
internacional; 2. Fechar todas as fábricas, serviços públicos e privados e aguardar
que o pessoal se desenrasque pelos seus próprios meios; 3. Deixar de pagar
reformas, pensões e subsídios de desemprego, de invalidez, etc., para obrigar
todos os calaceiros que vivem à mama destes dinheiros, mesmo os doentes que
estão em coma, a abraçarem o flexível mercado de trabalho delineado em 1; 4. Se
mesmo assim houver alguns espertalhaços (ou patriotas chanfrados) que se
recusem a emigrar e até se consigam ir amanhando, subir em flecha os impostos
sobre o consumo para obrigar as pessoas a perderem os maus hábitos, o que até
contribuirá para a implantação da agora tão falada economia verde (não se sabe
é se o verde resultará da condição moribunda em que tudo estará nessa altura).
Estas e outras revolucionárias medidas são explicadas em detalhado pormenor e
com exemplos práticos, o que tornou já a edição inglesa manual obrigatório e
único nos institutos e faculdades de economia do mundo inteiro. Dado o seu
profundo suporte científico, a sua linguagem acessível e noções inovadoras de
condução da política mas sobretudo o abraçar da nova estratégia conhecida
noutras áreas sociais como “o bode expiatório”, este livro tem sido leitura de
cabeceira de todos os estadistas e ministros, em particular os da União das
Hortaliças, com especial destaque para o chanceler da República Federal das
Batatas. Finalmente disponível em nabês, exortamos todos os nossos leitores a
adquiri-lo e a estudá-lo como os nossos concidadãos batatenses estudam a
Bíblia, para compreenderem para onde vai a nossa economia e o que nos espera,
em vez de andarem pelas ruas em ajuntamentos ruidosos, a exigir que os
ministros vão de férias… permanentes.
Foi já editado na República
Democrática dos Nabos, o sucesso internacional “Como Rebentar com a Economia de
um País em 300 Dias”. Esta obra de grande erudição foi coligida pelo Fundo de
Agiotagem Internacional, a afamada agência de apoio a países em dificuldades
financeiras, e cuja ajuda normalmente se traduz por um enriquecimento de quem
já o é e a morte macaca da economia dos países intervencionados. O facto de ter
sido realizada pelos mais destacados especialistas do Fundo confere-lhe um
cunho de séria e robusta qualidade científica, não sendo necessário, se se
seguirem religiosamente as instruções apresentadas, usar o mais do que obsoleto
método da observação-construção de hipótese-teste de hipótese no mundo
real-abandono da hipótese se os resultados a invalidam, num moroso processo
iterativo até à descoberta das estratégias que verdadeiramente funcionam para
recuperar ou manter uma economia em excelente estado. Com este livro, e uma vez
abraçada a teoria por ele defendida, aplicam-se os programas dele constantes e,
se por alguma imprevisível bizarria da realidade, os resultados derem o oposto
do desejado – como por exemplo levar ao colapso da economia e à emigração em
massa dos cidadãos, por não ser possível viver em tais condições – ah, bem, a
culpa não é da teoria nem dos programas de reestruturação mas dos subversivos
dos mortos, das crianças, dos que foram parar ao desemprego e dos velhos, que
são todos uma cambada de calinas. A culpa, verifica-se, nunca é de quem aplica
os programas, nem sequer destes ignorarem olimpicamente a realidade do país em
sarilhos, mas dos cidadãos sabotadores que ou não trabalham de graça e a seco
ou vão-se embora para outros países. Algumas das mais revolucionárias técnicas
apresentadas no livro são: 1. Reduzir os salários a zero, para incentivar a
reciclagem de beatas, raspas de hambúrgueres, lixo vário nos contentores gerais
e promover o assalto a postos de recolha de lixo para reciclagem assim como a
implementação novas redes de economia informal como as que operam nas áreas do
desaparecimento de carros, tampas de esgoto e sarjetas, fechaduras de portas e
mais tarde as próprias portas, rodas de locomotivas e gruas dos terminais de
contentores (devidamente desmontadas às peças), etc. Este muito flexível
mercado tem condições para aguentar qualquer sobressalto financeiro
internacional; 2. Fechar todas as fábricas, serviços públicos e privados e aguardar
que o pessoal se desenrasque pelos seus próprios meios; 3. Deixar de pagar
reformas, pensões e subsídios de desemprego, de invalidez, etc., para obrigar
todos os calaceiros que vivem à mama destes dinheiros, mesmo os doentes que
estão em coma, a abraçarem o flexível mercado de trabalho delineado em 1; 4. Se
mesmo assim houver alguns espertalhaços (ou patriotas chanfrados) que se
recusem a emigrar e até se consigam ir amanhando, subir em flecha os impostos
sobre o consumo para obrigar as pessoas a perderem os maus hábitos, o que até
contribuirá para a implantação da agora tão falada economia verde (não se sabe
é se o verde resultará da condição moribunda em que tudo estará nessa altura).
Estas e outras revolucionárias medidas são explicadas em detalhado pormenor e
com exemplos práticos, o que tornou já a edição inglesa manual obrigatório e
único nos institutos e faculdades de economia do mundo inteiro. Dado o seu
profundo suporte científico, a sua linguagem acessível e noções inovadoras de
condução da política mas sobretudo o abraçar da nova estratégia conhecida
noutras áreas sociais como “o bode expiatório”, este livro tem sido leitura de
cabeceira de todos os estadistas e ministros, em particular os da União das
Hortaliças, com especial destaque para o chanceler da República Federal das
Batatas. Finalmente disponível em nabês, exortamos todos os nossos leitores a
adquiri-lo e a estudá-lo como os nossos concidadãos batatenses estudam a
Bíblia, para compreenderem para onde vai a nossa economia e o que nos espera,
em vez de andarem pelas ruas em ajuntamentos ruidosos, a exigir que os
ministros vão de férias… permanentes.
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